Qual o futuro do branding?

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Quando falamos de branding, o futuro tem sido desenhado em cima das últimas grandes revoluções, como a tecnologia mobile, determinante para redefinir o perfil do consumidor, que espera cada vez menos: pode pesquisar e comprar quando quiser e de onde estiver.

Isso significa que a gestão de marca passou a ser alinhada a uma estratégia de marketing mais desenvolvida em um conceito assistencial, que é o de estar em todas essas etapas dessa jornada do consumidor.

Mas não podemos apenas enxergar na tecnologia mobile a estrutura para o futuro do branding. Neste artigo, vamos ver o que mais podemos esperar para o crescimento do setor.

Qual o futuro do branding?

No mobile, isso é certo. Só que podemos contar também, hoje em dia, com uma capacidade cognitiva mais aperfeiçoada das máquinas (o conceito de machine learning).

Isso quer dizer que os dados compilados e registrados de nossos hábitos on-line estão sendo mais analisados pelas máquinas, fazendo-as entender mais aquilo que buscamos e necessitamos.

E aproximar essa vantagem para a realidade de suas estratégias de branding e de marketing está cada dia mais perto de se concretizar. Afinal, quando entendemos o comportamento do consumidor nós conseguimos criar experiências mais personalizadas e relevantes para as necessidades e exigências do seu público.

E isso tem sido obtido por meio dos já mencionados machine learning e a tecnologia mobile, mas também o Big Data.

Qual o futuro do branding?

O que é o Big Data?

Os hábitos de consume on-line do consumidor rendem um imenso volume de dados que podem se traduzir em insights para a sua empresa. Mas, acima da quantidade, é importante compreender a relevância desses dados, pois serão eles os responsáveis por criar oportunidades.

Ao combinar as tecnologias que ajudem a compila e analisar esses dados, você consegue, por exemplo, Identificar gargalos produtivos e falhas de comunicação com o público em tempo quase que instantâneo — o que também agiliza o tempo de resposta para solucioná-los.

Dessa maneira, o Big Data também vai servir — e já tem se mostrado — como uma alternativa para apontar tendências que possam antecipar as necessidades do mercado. Estamos muito próximos de um momento de urgências e imediatismos e quem souber analisar com assertividade esses dados, pode gerar uma experiência ainda mas qualitativa para os clientes.

Como começar a pensar no futuro?

Com base nos valores que você coloca em prática — interna e externamente— diariamente, é importante observar que essas ferramentas tecnológicas são os pilares para uma boa relação e entrega de valor ao seu público.

Qual o futuro do branding?

  •         A tecnologia mobile, por facilitar essa entrega de mensagens relevantes, ágeis e assistenciais em um canal de comunicação onde o consumidor mais se concentra, atualmente;
  •         O Big Data, justamente por ser uma maneira qualitativa de analisar e compreender o comportamento do seu público, antecipando tendências e necessidades;
  •         E o assistencialismo em múltiplos canais, estabelecendo maneiras mais rápidas de interagir, se relacionar e gerar experiências mais personalizadas.

Conseguir equilibrar esses pilares na realidade de sua empresa, pode ser o percurso mais rápido para chegar ao futuro com as melhores estratégias de branding para construir o legado de sua marca. Para compreender como começar isso agora mesmo, entre em contato conosco!

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